Construtora Igue

Escopo

Estratégia · Identidade visual

Cliente

Guilherme Igue

ano

[2024]

segmento

Construção Civil

Uma família, três princípios, quinze anos de chão batido.

No interior do Ceará, em Quixeramobim, uma família nipo-cearense constrói casas há quinze anos. O rebrand chegou no aniversário da empresa, e veio com uma pergunta que ninguém tinha feito ainda: e se a Igue parasse de só carregar essa origem no sobrenome?

Créditos

Designer & Diretor de Arte
Deys Lima

Streetcar passing through modern city buildings with cn tower.


A história começa com um japonês que veio ao Brasil há décadas e se casou com uma cearense. A construtora nasceu do encontro dos dois e cresceu com o filho do casal, que hoje toca a empresa ao lado da mãe.

Em Quixeramobim, a Igue é parte do tecido da cidade. Patrocina a corrida de Santo Antônio — os funcionários correm com a camisa da empresa, e a cidade corre junto. Construiu dois residenciais, o Tokyo e o Irashay, e tantas casas que o bairro inteiro ficou conhecido como o Bairro Japonês. Não pelo discurso. Pelo endereço.


Two men talking, one wears a veteran hat.


A Igue carregava a origem japonesa no sobrenome, na ótica da família, no apelido do bairro — mas quase não a deixava aparecer na marca. O Japão estava ali, vivido, e ao mesmo tempo guardado.

O rebrand mudou de pergunta no meio do caminho. Já não era sobre modernizar. Era sobre dar lugar ao que sempre esteve lá.


Omotenashi, kaizen e kizuna. Três palavras que a marca não inventou — herdou. E que, traduzidas para o dia a dia de uma construtora no sertão, deixaram de ser conceito e viraram critério de decisão.

(1) Omotenashi é a hospitalidade que antecipa a necessidade antes que ela seja dita.

(2) Kaizen é a melhoria contínua, o gesto de refinar sem pressa.

(3) Kizuna são os laços. É a marca entendendo que casa é endereço, mas é também vínculo.

Os três princípios deixaram de ser uma referência cultural distante e passaram a funcionar como filtro: o que decidimos sobre essa peça, esse material, esse atendimento, honra omotenashi, kaizen, kizuna?



A marca foi construída em três camadas que conversam entre si sem competir.

O kanji da família ao lado carrega a origem. O lettering carrega o nome. E o círculo vermelho carrega o afeto — o sol nascente, símbolo que atravessa todo o sistema e aparece em quase toda aplicação.


Construtora Igue

Escopo

Estratégia · Identidade visual

Cliente

Guilherme Igue

ano

[2024]

segmento

Construção Civil

Uma família, três princípios, quinze anos de chão batido.

No interior do Ceará, em Quixeramobim, uma família nipo-cearense constrói casas há quinze anos. O rebrand chegou no aniversário da empresa, e veio com uma pergunta que ninguém tinha feito ainda: e se a Igue parasse de só carregar essa origem no sobrenome?

Créditos

Designer & Diretor de Arte
Deys Lima

Streetcar passing through modern city buildings with cn tower.


A história começa com um japonês que veio ao Brasil há décadas e se casou com uma cearense. A construtora nasceu do encontro dos dois e cresceu com o filho do casal, que hoje toca a empresa ao lado da mãe.

Em Quixeramobim, a Igue é parte do tecido da cidade. Patrocina a corrida de Santo Antônio — os funcionários correm com a camisa da empresa, e a cidade corre junto. Construiu dois residenciais, o Tokyo e o Irashay, e tantas casas que o bairro inteiro ficou conhecido como o Bairro Japonês. Não pelo discurso. Pelo endereço.


Two men talking, one wears a veteran hat.


A Igue carregava a origem japonesa no sobrenome, na ótica da família, no apelido do bairro — mas quase não a deixava aparecer na marca. O Japão estava ali, vivido, e ao mesmo tempo guardado.

O rebrand mudou de pergunta no meio do caminho. Já não era sobre modernizar. Era sobre dar lugar ao que sempre esteve lá.


Omotenashi, kaizen e kizuna. Três palavras que a marca não inventou — herdou. E que, traduzidas para o dia a dia de uma construtora no sertão, deixaram de ser conceito e viraram critério de decisão.

(1) Omotenashi é a hospitalidade que antecipa a necessidade antes que ela seja dita.

(2) Kaizen é a melhoria contínua, o gesto de refinar sem pressa.

(3) Kizuna são os laços. É a marca entendendo que casa é endereço, mas é também vínculo.

Os três princípios deixaram de ser uma referência cultural distante e passaram a funcionar como filtro: o que decidimos sobre essa peça, esse material, esse atendimento, honra omotenashi, kaizen, kizuna?



A marca foi construída em três camadas que conversam entre si sem competir.

O kanji da família ao lado carrega a origem. O lettering carrega o nome. E o círculo vermelho carrega o afeto — o sol nascente, símbolo que atravessa todo o sistema e aparece em quase toda aplicação.


Construtora Igue

Escopo

Estratégia · Identidade visual

Cliente

Guilherme Igue

ano

[2024]

segmento

Construção Civil

Uma família, três princípios, quinze anos de chão batido.

No interior do Ceará, em Quixeramobim, uma família nipo-cearense constrói casas há quinze anos. O rebrand chegou no aniversário da empresa, e veio com uma pergunta que ninguém tinha feito ainda: e se a Igue parasse de só carregar essa origem no sobrenome?

Créditos

Designer & Diretor de Arte
Deys Lima

Streetcar passing through modern city buildings with cn tower.


A história começa com um japonês que veio ao Brasil há décadas e se casou com uma cearense. A construtora nasceu do encontro dos dois e cresceu com o filho do casal, que hoje toca a empresa ao lado da mãe.

Em Quixeramobim, a Igue é parte do tecido da cidade. Patrocina a corrida de Santo Antônio — os funcionários correm com a camisa da empresa, e a cidade corre junto. Construiu dois residenciais, o Tokyo e o Irashay, e tantas casas que o bairro inteiro ficou conhecido como o Bairro Japonês. Não pelo discurso. Pelo endereço.


Two men talking, one wears a veteran hat.


A Igue carregava a origem japonesa no sobrenome, na ótica da família, no apelido do bairro — mas quase não a deixava aparecer na marca. O Japão estava ali, vivido, e ao mesmo tempo guardado.

O rebrand mudou de pergunta no meio do caminho. Já não era sobre modernizar. Era sobre dar lugar ao que sempre esteve lá.


Omotenashi, kaizen e kizuna. Três palavras que a marca não inventou — herdou. E que, traduzidas para o dia a dia de uma construtora no sertão, deixaram de ser conceito e viraram critério de decisão.

(1) Omotenashi é a hospitalidade que antecipa a necessidade antes que ela seja dita.

(2) Kaizen é a melhoria contínua, o gesto de refinar sem pressa.

(3) Kizuna são os laços. É a marca entendendo que casa é endereço, mas é também vínculo.

Os três princípios deixaram de ser uma referência cultural distante e passaram a funcionar como filtro: o que decidimos sobre essa peça, esse material, esse atendimento, honra omotenashi, kaizen, kizuna?



A marca foi construída em três camadas que conversam entre si sem competir.

O kanji da família ao lado carrega a origem. O lettering carrega o nome. E o círculo vermelho carrega o afeto — o sol nascente, símbolo que atravessa todo o sistema e aparece em quase toda aplicação.